(…) Que dias há que na alma me tem posto
Um não sei quê, que nasce não sei onde,
Vem não sei como, e dói não sei porquê.
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Erros meus, má Fortuna, Amor ardente
Em minha perdição se conjuraram;
Os erros e a Fortuna sobejaram,
Que para mim bastava Amor somente.
Tudo passei; mas tenho tão presente
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Verdes são os campos
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Verdes são os campos,
De cor de limão:
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Com verdura bela;
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Um mover de olhos, brando e piedoso, Sem ver de quê; um riso brando e honesto, Quase forçado; um doce e humilde gesto, De qualquer alegria duvidoso;
Um mover de olhos, brando e piedoso,
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Coitado! que em um tempo choro e rio
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Coitado! que em um tempo choro e rio;
Espero e temo, quero e aborreço;
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Transforma-se o amador na cousa amada,
por virtude do muito imaginar;