À mãe que nunca me deixou nascer
À mãe que nunca me deixou nascer, a que o primeiro afeto que recebi era frio, duro e cortante.
Começou doendo muito depois de um tempo a dor ia diminuindo assim como a vontade de viver, me deixaram cheio de marcas profundas que recebi após nascer.
Alguém que eu não conhecia me fez sangrar até morrer, minha mãe estava lá e mesmo assim não fez nada, não estendeu a mão para me abraçar e nem para me defender.
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A luz do pecado que surgia
também ardia
quanto o corpo da guerreira
a parteira
que usava água fria
também sentia
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