“Como eu vou saber, pobre arqueólogo do futuro, o que inquietamente procuro em minhas escavações do ar?”

“Como eu vou saber, pobre arqueólogo do futuro, o que inquietamente procuro em minhas escavações do ar?”
(trecho do poema O descobridor do livro em PDF: Baú de Espantos)

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“De noite todos os meus pensamentos são escuros
E todas as palavras têm a letra "u"
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(in: Velório sem defunto, 1990.)

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