Mensagens e Frases com a tag: #guimaraesrosa
Pesquisar MensagensComo não ter Deus
Como não ter Deus?! Com Deus existindo, tudo dá esperança: sempre um milagre é possível, o mundo se resolve. Mas, se não tem Deus, há-de a gente perdidos no vai-vem, e a vida é burra. É o aberto peri…
#deus#possivel#rosa#casais#esperanca#fe#primeiracomunhao#cristo#encontro#guimaraes
Tô indo pra minha
Tô indo pra minha caminha bem quentinha. Boa noite pra quem fica!
#guimaraesrosa#boanoiteO certo era a gente estar sempre brabo de alegre
O certo era a gente estar sempre brabo de alegre, alegre por dentro, mesmo com tudo de ruim que acontecesse, alegre nas profundezas. Podia? Alegre era a gente viver devagarinho, miudinho, não se impor…
#alegria#rosa#guimaraesrosa#poemas#guimaraes
O mundo desperdiça e a natureza responde
O mundo desperdiça e a natureza responde. 22 de Março: Dia Mundial da Água.
#agua#guimaraesrosaMas eu gostava dele
Mas eu gostava dele, dia mais dia, mais gostava. Digo o senhor: como um feitiço? Isso. Feito coisa-feita. Era ele estar perto de mim, e nada me faltava. Era ele fechar a cara e estar tristonho, e eu p…
#guimaraesrosa#poemas#halloween#guimaraes#rosa
Para ódio e amor que dói
Para ódio e amor que dói, amanhã não é consolo.
#inicio#amanha#guimaraesrosa#rosa#namoro#rima#curtas#boanoite#amoroso#guimaraes
os aloendros em fila nos separavam do mundo
os aloendros
em fila
nos separavam do mundo
Vou ensinar o que agorinha eu sei
Vou ensinar o que agorinha eu sei, demais: é que a gente pode ficar sempre alegre, alegre, mesmo com toda coisa ruim que acontece acontecendo. A gente deve de poder ficar então mais alegre, mais alegr…
#professores#pedagogicas#poesias#guimaraesrosa#guimaraes#poema#animadas#rosa#poemas#ensinar
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel.
#rosa#guimaraes#guimaraesrosa#abismo
O fato se dissolve
O fato se dissolve. As lembranças são outras distâncias. Eram coisas que paravam já, à beira de um grande sono. A gente cresce sempre, sem saber para onde.
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Era fim de outubro
Era fim de outubro, em ano resseco. Um cachorro soletrava, longe, um mesmo nome, sem sentido. E ia, no alto do mato, a lentidão da lua.
(A hora e a vez de Augusto Matraga)