Quando eu morrer Voltarei numa poesia Pelas ondas do mar
Quando eu morrer
Voltarei numa poesia
Pelas ondas do mar
Por ti rasgo as madrugadas Frias na fogueira do
Por ti rasgo as madrugadas
Frias na fogueira do Outono
Abraço o sabor do Inverno
Entre o sonho na cama ao teu lado.
São nas vazias Ruas da minha solidão Entre prosas
São nas vazias
Ruas da minha solidão
Entre prosas e sonetos
Dos molhados becos escuros
Que estão abandonados todos
Os poemas que te escrevi
Durante toda a minha vida