Brincadeira.
Brincadeira.
Não seja infantil!
- Disse, sorrindo,
Ares de criança.
Você: Eu…
Você: Eu…
Incrível a pureza do teu olhar…
Olhando minhas fotos de criança, vejo você.
Ou melhor, te vejo-me…
Desiguais, Sempre?
Desiguais, Sempre?
Mano a mano -
Disse o hermano.
Ledo engano…
Um, Dois, Três…
Um, Dois, Três…
Atividade física?
Bem, minha bicicleta virou
Varal ergométrico…
Misantropia?
Misantropia?
A melancolia?
Sombra de muro
Entre jardins?
Orando…
Orando…
Dá-me forças…
Arquiteto do universo,
Leia meus versos…
Bem devagar…
Bem devagar…
Sol da tarde falecendo,
Esperando a lua chegar,
Sob os olhares de Dalva.
Brincadeira?
Brincadeira?
Forte apache.
Invadido pelo exército.
- Os índios são mocinhos, pai!
Meu Filho…
Meu Filho…
Pureza, eterna.
Na vida terrena,
És a esperança…
Ora, Ora…
Ora, Ora…
No azulejo frio,
De joelhos, orando.
E meu deus? É você?
Escolha Minha!
Escolha Minha!
Mais que físico.
Mais que química.
Te amo, além-gene.