Minha fortaleza é de um silêncio infame, bastando a si mesma, retendo o derrame.
Nem toda a loucura é genial, nem toda a lucidez é velha.
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Nunca é tarde, nunca é demais.
Não brilharia a estrela, ó bela, sem noite por detrás.
E desde então, eu canto a dor que eu não soube chorar.
Está provado, quem espera nunca alcança.
Sinto que, ao cruzar a cancela, não estarei entrando em algum lugar, mas saindo de todos os outros.