Silêncio, prova eloquente de desdém, de desamor.Quem ama faz-se presente, numa carta, numa flor.
Todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem as sente.
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Falta-nos o amor-próprio suficiente para nos não importarmos com o desprezo dos outros.
A falta de amor póprio é o pior desamor.
As grandes dores fazem com que as menores mal sejam sentidas e, na falta das grandes, até o menor desgosto nos atormenta.
Lamentar uma dor passada no presente é criar outra dor e sofrer novamente.
Viver em meio ao desamor faz a vida parecer apenas um mero favor.