Não se tem razão quando se diz que o tempo cura tudo: de repente, as velhas dores tornam-se lancinantes e só morrem com o homem.
O amor une, o desamor separa. Cada qual tem a liberdade de decidir como será a sua vida.
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Do amor à posse. Da posse ao desamor.
Lamentar uma dor passada no presente é criar outra dor e sofrer novamente.
Hoje em dia eu me surpreendo, com tanto amor e desamor ao mesmo tempo.
A dor até pode ser intensa, mas um dia ela passará, nada é pra sempre.
O maior atestado de desamor é o gesto amoroso forçado.