Ai se eu te pego no mar, me chama de oferenda que eu te chamo de iemanjá.
Ai se eu te pego no meu fusquinha, pena que o banco não reclina.
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Ai se eu te pego no altar, te carrego comigo até que a morte nos separe.
Ai se eu te pego na praia, te jogo na areia e te faço a milanesa.
Ai se eu te pego no funk, te remexo e te levo até o chão.
Ai se eu te pego no estádio na copa, te chamo de Fuleco e te faço meu mascote.
Ai se eu te pego na cozinha, tem encho de maionese.