Moléculas de amor

Entre todas as conversas espalhadas pela cozinha, o seu cheiro ainda está em minhas mãos.
E mesmo lavando-as com sabão, as moléculas de amor não se quebram em vão.
Por isso, toda noite que se termina em vinho, recito um poema de amor clichê para que, com as emoções das palavras, aquelas gotas de suor apaixonado transpirem e evaporem do meu ser.
Não quero carregar comigo sangue de corações partidos, muito menos pedaços de alguém que metralhou minha alma e saiu ileso, sem pagar os boletos do perdão.

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