Há coisas que nos são inúteis
Há coisas que nos são inúteis, mas mesmo assim nos são indispensáveis.
Já
pensou nisso?
Há sempre um perigo no amor que tem utilidade.
Enquanto o outro exerce
alguma função na nossa vida, corremos o risco de não experimentar o amor
gratuito.
Amor que se
fundamenta na utilidade que o outro tem corre o risco de se transformar em
abandono num futuro próximo.
Quando queremos o outro só por causa da utilidade que tem para nós, agimos
para satisfazer nossas necessidades.
Amamos até o dia em que o outro nos é útil.
No dia em que deixa de ser, mandamos embora, dispensamos.
É
possível amar os inúteis? Na teoria não, mas na prática, sim.
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