Sobre a gravidade austera solitude minha paixão reato seus atos
Sobre a gravidade austera
solitude minha paixão reato seus atos,
momentaneamente sinto que paralisia do mundo,
sob ar infecto de tua alma deixa meu coração em desespero,
selado em virtudes dos quais ainda sonho,
calo me diante tantos e todos, mesmo assim a deixo ir…
porque? medito por horas a fio dentro das profundezas…
desloca me para superfície tão longe do meu coração,
que tudo, soa como bobagem ate solidão chegar a seu apse…
dentro de um poço de solidão amarga, ate a dor transcender…
os limites da sanidade sendo a loucura uma paixão derradeira.
vendo que existência é pura até que a despedida seja a morte.
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