II - Caso Pacífica
II - Caso Pacífica
Eis o ponto, não a questão.
O discurso é o fato de que para toda pergunta se tem na verdade como resultado o ponto.
Este de início mediou brevemente entre o anseio e uma possível culpa, acabando por estabelecer uma resultante que subsequente ao fato, nada mais é que a consequência causal da questão.
A resposta advém não do consequente, ou para prévio resultado da questão, a bem da verdade, não sei de onde vêm as respostas ou a razão delas, mas sei que são sempre do ponto, uma pacífica.
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