Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir
Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir.
O que confesso não tem importância, pois nada tem importância.
Faço paisagens com o que sinto.
Faço férias das sensações.
Compreendo bem as bordadoras por mágoa e as que fazem meia porque há vida.
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(Álvaro de Campos [Heterônimo de Fernando Pessoa], (escrito em 12.1.1935), In Poesia)
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